Também conhecida como Orelha de Shrek, por causa do formato tubular de suas folhas, e com “ventosas” nas pontas, em tom avermelhado. Esta espécie é originária da África do Sul e pode atingir 80 cm. Suas flores dão em cachos e têm formato de estrela, branca ou rosada, com estames cor de rosa.
Essa suculenta perene tem hastes alongadas de cor acinzentada e produz flores nas pontas, amarelas e delicadas, em forma de estrela, que brotam de março a setembro. Deve ser plantada em solo bem drenado e adubada uma vez ao mês com adubo NPK 10-10-10. Evite excesso de água nas folhas.
A Haworthia é uma das poucas plantas consideradas suculentas que crescem bem a meia sombra, ou seja, se você tiver apenas um solzinho pela manhã ou no final da tarde, sem o sol direto do meio dia, ela é uma boa escolha para você
Essa espécie de suculenta fica superbem em uma janela ou varanda, pois ela gosta de luz e calor, podendo até ser cultivada em sol pleno. Requer pouca rega, uma vez por semana, e substrato com boa drenagem e rico em matéria orgânica. Suas folhas verdes se tornam douradas quando cultivadas ao sol, mas o excesso pode queimá-las.
Espécie também conhecida como Planta Jade, essa suculenta originária da África do Sul possui folhas verde escuro ovaladas e pequenas flores brancas e pode chegar a 2 metros de altura. Pode ser cultivada sob sol direto ou meia-sombra, em quintais ou varandas. Não requer poda e necessita de rega a cada 15 dias.
Essa fofura de suculenta tem folhas curtas e gordinhas e suas flores surgem na primavera. É uma planta de pleno sol e suas folhinhas pendentes se adaptam bem em vasos suspensos. Utilize substrato apropriado para suculentas à base de casca de pinus moída.
Dedinho de moça e jujuba são alguns nomes populares dessa graciosa espécie de suculentas. Garanta um lugarzinho para ela na sua coleção. Ela é fácil de cultivar e gosta de bastante luminosidade, com algumas horas de sol, o que faz realçar suas cores. Regue quando o solo estiver seco e mantenha um substrato com boa drenagem, para escoar a água da rega.
Essa suculenta originária do México recebe o curioso apelido de Planta Fantasma. Isso porque suas folhas carnudas em forma de roseta, de tom azulado, acinzentado ou arroxeado são revestidas por um pó fosco que dão a ela uma aparência de fantasma e somem quando passamos a mão.
Essa espécie de suculenta gosta de boa luminosidade e da luz do sol só até 11 horas. Seus tons avermelhados e arroxeados são devido aos pigmentos como betacarotenos e antocianinas que a planta secreta para protegê-la do sol, deixando-a mais saudável e resistente a pragas e doenças.
Muito tolerante à seca, essa echeveria requer pouca égua, portanto, espere o substrato secar por completo para regar novamente. No verão as regas podem ser um pouco mais frequentes. Essa espécie tem coloração que varia, podendo ser branca com rosada.
Essa espécie é endêmica da região de Namaqualand, região árida da Namíbia e da África do Sul, e parece coelho saindo de sua toca. Seu nome verdadeiro é Monilaria obconica e, embora tenham uma aparência fofa, com o tempo as “orelhas” crescem e perdem a forma adorável que uma vez tiveram.
Originária do continente africano, possui folhas grossas, firmes e “gordinhas”. Gosta de sol, mas nada de solão de verão direto nela. Tolera baixas temperaturas de inverno, mas nessa estação cuidado com o excesso de água, que pode matá-la facilmente. O solo deve ser poroso e rico em nutrientes. Garanta uma boa drenagem.
Conhecida popularmente como Estrelinha Gorda, essa suculenta é fácil de cultivar em vaso ou ao ar livre. Gosta de sol, boa iluminação, ventilação e pouca água e se adapta a ambientes de meia sombra. Cresce mais no Outono e Inverno e se propagam facilmente por estacas, no Verão. Como outras suculentas, necessitam de solo poroso, com boa drenagem.
Também chamada de cacto-pedra, ou pedra-viva, essa maravilha da natureza é difícil de ser encontrada porque tem crescimento lento. Seu formato engana os mais desatentos, que pensam que ela é uma pedra. Lithops são originários da África do Sul e da Namíbia, onde vivem em condições extremas de calor e seca.
Também conhecida como spiral grass (grama espiral), esse tipo de suculenta tem interessantes folhas verde-claras retorcidas e encaracoladas, incomuns e ornamentais, que parecem um saca-rolhas. Nativa de regiões da Namíbia e da África do Sul, essa espécie resiste bem à seca. Seu bulbo cresce até 2,5 cm de diâmetro e suas folhas chegam a até 15 cm.
Trepadeira epifítica pertencente ao gênero Dischidia, é proveniente da Índia, China, Indonésia, Laos, Tailândia, Vietnã, Mianmar, Malásia e Austrália. Em seu habitat natural, habita em troncos e galhos de árvores em florestas tropicais úmidas, com altitudes acima de 600 metros.
Olha que lindo rosário pendente de pérolas verdes! Nativa de regiões desérticas da África, essa espécie tem folhas em forma de bolinhas do tamanho de ervilhas. Não se engane: é lá onde ela acumula água, tornando-a resistente aos períodos de seca. As “bolinhas” têm uma frestinha transparente, por onde entra a luz, favorecendo a fotossíntese.
Conhecida popularmente como Rosinha de Sol, é uma espécie linda e delicada, de folhas ovais, brilhantes e de coloração verde-clara, assim como os ramos. As flores parecem com margaridinhas e podem ter cor branca, rósea ou vermelha, ou ainda folhas de bordas brancas.
Também conhecida como Sempre Viva, essa mini-suculenta tem ocorrência na Europa, América e Ásia. Apresenta folhas lisas e pontiagudas, em tom verde, com pontas cor de vinho. Gosta de sol no início da manhã e final da tarde, portanto, evite a exposição direta ao sol forte, entre 10 e 15 horas. Tolera dias sem rega. Sempre verifique se a terra está bem sequinha antes de regá-la novamente, deixando sempre a água escoar pelos furos do vaso.
A Sempre Viva pertence à família das Crassulaceae e tem origem na Europa, América e Ásia. Seu ciclo de vida é perene, suas folhas verdes com pontas cor de vinho são lisas e pontudas. Ela necessita de rega espaçada, apenas uma ou duas vezes por mês. Adube-a uma vez ao mês com NPK 10-10-10.
Suculentas são plantas resistentes que armazenam água em folhas, caules ou raízes, ideais para ambientes áridos e cultivadores iniciantes. Elas precisam de bastante luminosidade (sol direto ou meia-sombra), solo bem drenado e regas espaçadas, apenas quando o substrato estiver seco, sendo excelentes para decoração e decoração interna.
Luz: A maioria das suculentas adora sol pleno, mas algumas espécies (como Aloy milote) preferem meia-sombra. Plantas em locais sem sol direto tendem a ficar mais verdes e podem se alongar (estiolamento).
Rega: O maior erro é o excesso de água, que causa apodrecimento. Regue apenas quando a terra estiver totalmente seca
Substrato: Utilize uma mistura bem drenável, como terra vegetal misturada com areia grossa ou perlita.
Manutenção: Limpe as folhas, remova astes florais secas e realize a decapitação se o caule apodrecer ou para produzir novas mudas.
Adaptação: Ao comprar uma suculenta (que geralmente vem de estufa), adapte-a gradativamente ao sol forte para evitar queimaduras.